Sexta-feira, 4 de Janeiro de 2008

Respiro.
E o que sai de mim,
É uma imitação de vida.
Um suspiro passageiro que se vai,
E se deixa rastos, não sei

Mas sei que passa...

E quando olho para trás, não sei o que vejo.
Inspiro o mundo até ao silêncio
E em troca, nada recebo.
E num momento, tudo se esvai

Sinto, penso, esqueço-me
E toda a minha vida
È um rodopio de imagens sem fim
Como antigas fotos que com o tempo envelhecem

e involuntariamente morrem.

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