
Explica-me o que é a solidão;
o vazio onde os corpos caem
uma vez ou outra; talvez sempre
e a inocência morre.
Explica-me o que é a dor
que dilacera a alma
e arrasta o corpo;
que nos conduz gentilmente
até ao fim
Explica-me o que é a esperança;
débil, limitada, fraca
que vislumbra-nos em troça
e se vai.
Explica-me, meu amor, o que é o destino;
o que ele nos dirá? existe, será?
tarda, meu deus, tarda!
Explica-me por favor
e mostra-me o caminho...
o vazio onde os corpos caem
uma vez ou outra; talvez sempre
e a inocência morre.
Explica-me o que é a dor
que dilacera a alma
e arrasta o corpo;
que nos conduz gentilmente
até ao fim
Explica-me o que é a esperança;
débil, limitada, fraca
que vislumbra-nos em troça
e se vai.
Explica-me, meu amor, o que é o destino;
o que ele nos dirá? existe, será?
tarda, meu deus, tarda!
Explica-me por favor
e mostra-me o caminho...

5 comentários:
Do que apreendi deste poema Yura...
O único que te poderá mostrar a resposta a essas questões és tu mesma. Não procures respostas no mundo, procura-as em ti mesma. Porque afinal só tu é que contas, lembra-te disso. E embora tudo esteja ligado, és apenas tu o centro da tua vida, não à que negar ou fingir o contrário... Encontra-te a ti mesma e serás feliz.
Nota= Sabedoria de uma criatura de 17 anos sem absolutamente experiência nenhuma de vida (ou de qualquer outra coisa).
Um conselho que se te, obrigatoriamente, que levar em consideração. A verdade é que não há respostas para estas perguntas, daí o nome, Mudez.
Obrigada pelas por perceberes, obrigada pelas palavras.
E posta mais qualquer cosia... tou num mood de comentar
Quando houver inspiração/momentos criticos.
estou muito comovida.
fes-me pensar e pensar e pensar...
concordo plenamente com a luz, este poema esta mesmo ligado a ti, e a tudo a tua volta.
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